Proteger de quem?

É.. pra alguns pode parecer novidade, barbaridade até, mas infelizmente as agressões são mais comuns do que imaginamos. Esta é apenas uma das que são noticiadas, pois de tão inusitada a situação toma um vulto muito maior.

Quem deveria proteger é o protagonista da agressão. Delegado bate em cadeirante por ter reclamado seus direitos. O delegado estacionou, indevidamente, na vaga para deficientes, que é de uso exclusivo e, questionado, partiu para agressão. Pena isso ser corriqueiro, ao menos aqui em São Paulo, onde vemos viaturas oficiais, com servidores fardados, utilizando as vagas para irem ao banco. Veja a matéria no link abaixo.

Site do G1 – Cadeirante é agredido por delegado que estacionou em vaga exclusiva

 

Cadeirante é agredido por delegado que estacionou em vaga exclusiva

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  1. Absurdo, e o cara ainda da desculpinha, mas é assim, também vaga pra idoso ninguem respeita. Eu qdo vejo carro estacionado em vaga de def. e não tem adesivo ja ligo pra CET to nem ai, agora discutir da nisso, hoje em dia a vida n;ão vale nada, todos estressados.

  2. Demorei mas eu vim… Eu tbem publiquei essa materia no meu blog, na verdade eu fico é muito puto com todo tipo de indiferença. Tenho pavor de pessoas que tratam as outras pelo cargo que ocupam, pelo bairro que moram, pela roupa que esta vestida ou pelo apartamento que possui, com alguem com uma certa deficiencia ainda fica pior… Esse cara devia cavar um buraco e nao sair mais de la… Mas enfim!

  3. Parece até filme… o que não podemos fazer é ficar de braços cruzados, devemos agir desde já, o Brasil não pode deixar que isso continue acontecendo. Acredito muito que o Brasil está mudando — e está — precisamos nos unir.. acho que em matéria de união o Brasil é melhor que qualquer outro país. Então, nos unimos para o bem e criamos um futuro melhor.

    • Pois é, Léo…
      Sim, está mudando e este episódio só está dando tanta repercussão não pela violência e não pelo ‘coitadinho’ do cadeirante. Não. Acho que já estamos, sociedade, cansados de ver essa impunidade, esse uso e abuso de autoridade como se nada ou ninguém fizesse ou pudesse fazer nada com quem é ‘da lei’.
      Ontem mesmo fui ao centro de SP, num centro cultural, Galeria Olido. Por já morar aqui e saber que ninguém está nem ai com mta coisa, acabo indo de condução e estressando menos. Há uma vaga para estacionamento de deficientes em frente, mas é lenda encontrá-la vazia. É sempre o mesmo ‘são só 5 minutinhos’ ou então ‘é rapidinho, não vou atrapalhar ninguém’.
      Imagina a volta que vc tem que dar, pelo menos uns 3 ou 4 quilômetros só pra contornar os quarteirões que são bloqueados para trânsito.
      Isso tudo só pra citar esse episódio. Poderíamos escrever alguns livros só com essas situações e um, em especial, para os fardados que utilizam vagas e outros recursos não só dos deficientes.

  4. Pingback: Esta vaga não é sua, nem por um minuto! « Dois dias e uma cadeira

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