Aprender sempre…

Hoje foi um dia muito especial! Estive com pessoas pra lá de legais, aprendi um montão de coisas simples como compartilhar, rir de si mesmo, abraçar um amigo e também aprendi que perdendo, ganhamos.

Tem coisas que acontecem para as quais simplesmente não existem explicações. Na Meia Maratona da Corpore, já indo nos últimos 3 ou 4 kms, encontrei com o Marcel, da equipe 100boleto.com (visite!), papeamos durante um tempo mas não podia muito, pois estava competindo. Hoje, dois meses depois, nos encontramos novamente, ele e mais três outros amigos do grupo. Pessoas legais e daquelas que vc faz força pra parar de falar mas quer estar junto por mais tempo. Valeu amigo pela camiseta, usarei com o maior prazer e foi muito bom revê-lo e conhecer os demais.

Como disse, foi um dia especial. Estive o dia todo ao lado de pessoas que gosto muito, alguns já conhecidos de muito tempo e outros que tenho conhecido e aprendido a amar, cada um a seu modo, na sua intensidade, mas sempre crescendo juntos.

Aproveitei que estávamos por lá e fomos (eu, Alceu e Juliano) visitar a casa da Kely e do Phil, um lugar, ou melhor, um lar tão bom e agradável que dá vontade de ficar mais e mais. Já estamos voltando, em breve hehehe.

Na foto acima, na corrida de Indaiatuba, Circuito Cidades Paulista da OSCIP Rede Acesso, já tinha terminado o percurso mas resolvi esperar pelo outro cadeirante, o Marcelo (Marretão). Ele é uma dessas pessoas simples mas com quem a gente aprende muita coisa boa.

Conversamos bastante antes da prova, contou sua trajetória e um pouco de sua vida. Ele tem as pernas atrofiadas, sequela da poliomielite na infância, vende balas nos semáforos de Indaiatuba e recebe uma bolsa-auxílio da Prefeitura local,  o que em nada diminui seu valor e muito menos suas qualidades. No pouco tempo que tivemos antes da prova deu pra ver e ter ali um grande exemplo, não só de superação (real), mas também de vida e de boas experiências.

Usando uma cadeira de basquete ele fez o percurso de 8km. Ele é da cidade e não achei justo chegar antes dele, não pelo fato de ele ser de lá, mas por já ter feito provas assim, algumas de 10km em cima de uma cadeira dessas e saber o quão difícil é. Como estava com a bike, nada mais justo que cruzarmos juntos a linha, sendo assim, esperei.

O que aprendi hoje, fora tudo isso? Em resumo aprendi que estar com os amigos, fazendo o que gostamos, é muito bom, é ótimo, faz bem para a alma. Aprendi também que, ganhar não é uma questão de menor tempo, de quem chega primeiro mas sim de estar disposto a ceder um pouco de você, do seu tempo, para estar junto, dividir não só as glórias, mas multiplicar as boas experiências.

Valeu amigos,  Kely e Phil, Alceu, Juliano, Marcelo (marretão), Galera 100 Boleto (Marcel, Rogério Queirós, Leonardo Cesar, Milena e os outros 3 amigos -desculpem não saber os nomes-) e a galera Ecobel, sempre presentes (Adriana, Aroldo, Edilce, Grabriela, Hectir e Léo).

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